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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

PARA O TERCEIRO ANO JOGOS MATEMÁTICOS

Sala de Aula

Eu tenho, quem tem?
Organizado por:Kátia Stocco Smole - Coordenadora do Mathema
Idade recomendada:A partir dos 9 anos (ou da 3ª série ou do 4º ano)
Objetivos:
  • Explorar e memorizar as tabuadas até 10x10
  • Desenvolver habilidades de cálculo mental
Duração aproximada:4 semanas
Para começar:Distribua a cada dupla de alunos uma cópia das tiras Eu tenho, quem tem?
Peça aos alunos que analisem as tiras: como começa cada uma; como terminam; onde podem encontrar a resposta da pergunta de uma das tiras; há alguma frase nas tiras que eles não saibam o significado?
Leia uma das tiras: Eu tenho 18, quem tem 8x3? Peça que localizem a tira da resposta para a pergunta e que depois encontrem a tira que tem a pergunta para o produto 18.
Essa atividade os auxilia a conhecer as tiras com as quais desenvolverão a atividade.
Peça a eles que estudem as tabuadas porque em uma aula da semana que vem vocês farão uma atividade na qual todos precisarão conhecer as tabuadas e que se eles se prepararem é melhor. Converse com eles sobre formas de estudar as tabuadas e se prepararem para brincar.
Na primeira aula:
  • Recorte as tiras do Eu tenho, quem tem?
    Distribua aleatoriamente uma tira para cada aluno, ou duplas de aluno. Se for preciso um aluno pode ficar com mais de uma tira.
  • Combine com os alunos as regras da atividade: um aluno lê sua tira, começando pela resposta e terminando na pergunta. A classe ouve em silêncio e o próximo a ler sua tira será aquele que tem a resposta para a pergunta lida. Assim, se um aluno leu "Eu tenho 28, quem tem o cinco vezes 7?" O próximo aluno a ler a tira será aquele que tiver o 35. Ele repete o processo lendo sua resposta e a próxima pergunta. A leitura prossegue assim até que a última pergunta feita tenha como resposta o primeiro resultado lido, em nosso caso, seria até que pergunta lida tivesse como resposta o 28.
  • É importante que haja uma pessoa para anotar as respostas no quadro
  • Nenhum aluno pode dar a resposta no lugar de outro. Se a resposta não for dada a tira deve ser lida outra vez, e mais uma. Caso haja a 3ª leitura sem resposta, os alunos devem consultar em uma tabela a resposta e a atividade prossegue.
Na segunda aula:
  • Repita o Eu tenho, quem tem? Após brincarem proponha problemas a partir das tirinhas:
  1. Ester leu sua tirinha: "Eu tenho 24. Quem tem 5 x 6?"
    Qual deve ser a próxima tirinha lida?
  2. Josenilton leu sua tirinha: "Eu tenho 36. Quem tem 7 x 6?"
    Pedro então disse "Eu tenho 48.Quem tem 6 x 9?".
    Você concorda que era essa a tirinha a ser lida? Por quê?
  3. Invente com um amigo um outro problema para o Eu tenho, quem tem?
Na terceira aula:Repita a atividade e veja se dessa vez eles conseguem ir mais rápido do que nas anteriores. Proponha que façam um texto de dicas para se prepararem para essa atividade de modo a darem as respostas mais rapidamente.
Na quarta aula:Daqui para frente eles podem fazer essa atividade sempre que tiverem um tempo livre e desejarem estudar mais tabuada.
Para saber mais:E por falar em tabuada
João Bianco e Mônica Marsola, editora Caramelo.

JOGOS E BRINCADEIRAS 2º ANO

Brincadeiras

  Boliche
Organizado por:Maria Ignez Diniz
Idade recomendada:Recomendado para crianças a partir de 6 anos até a 2a série do Ensino Fundamental
Conteúdo:Números, noções das operações de adição e multiplicação.
Competências e habilidades:Reconhecimento de algarismos, leitura e escrita de números, contagem e comparação de quantidades. Resolução de situações problema. Avaliação de força e distância.
Material:10 garrafas e uma bola para cada grupo de 4 a 8 alunos. As garrafas podem ser feitas a partir de vasilhames de refrigerantes e a bola pode ser de borracha ou feita com meias velhas.
O jogo:Jogar boliche é para as crianças uma atividade muito motivadora. Além da organização necessária, desde a formação das equipes, das garrafas e para a marcação de pontos, a criança é estimulada em sua inteligência corporal na medida em que precisa controlar movimentos de pernas e braços, adequar a força do arremesso da bola e perceber distâncias entre ela e as garrafas e entre as garrafas.

No entanto, o que pode ser enfatizado através deste jogo é a contagem e as noções das operações.
Na primeira série, isso pode ser feito pedindo-se às crianças que encontrem uma forma de saber quantas garrafas derrubaram. Para isso elas deverão ter à mão palitos, tampinhas, cartões com números escritos em algarismos, papel branco e canetas, ..., e podem escolher como desejam fazer a marcação de seus pontos. Em sala de aula o professor estimula o registro, seja em grupos ou numa tabela coletiva. Este registro pode ser feito colando-se os palitos ou tampinhas ao lado do nome de cada criança e para as crianças que já reconhecem os algarismo, com a escrita convencional, obtendo-se algo semelhante a:
André| | | |4
Mariana| | | | | | |7
Pedro| | | | | |6
A partir daí o professor pode propor oralmente uma série de problemas:
  • Quem derrubou mais garrafas?
  • Quantas garrafas o Pedro derrubou a mais que o André?
  • O que acontece se o André derrubar mais 3 garrafas?
Esta pode ser a oportunidade do professor mostrar aos alunos os sinais convencionais das operações:
1ª jogada2ª jogadaTotal de pontos
André     | | | |    4| | | | | | |    711=4+7

 À medida que as crianças se familiarizam com o jogo e a marcação de pontos, podemos propor que elas passem a jogar por equipe de 4 a 8 alunos. Escolher as equipes e nomes para elas é uma atividade muito motivadora e que permite que as crianças trabalhem com números maiores, uma vez que a pontuação da equipe é a soma das garrafas derrubadas por seus integrantes. O registro numérico passa a ser mais valorizado e se desenvolvem formas pessoais para adicionar quantidades que envolvem números maiores que 10.
No final da primeira série ou na segunda série, este jogo pode contribuir para o desenvolvimento da noção de multiplicação e organização das tabuadas. A cada dia de jogo o professor estabelece o valor de cada garrafa derrubada, por exemplo, cada garrafa derrubada vale 4 pontos. Após o jogo e a contagem dos pontos individuais ou por equipe pode ser feita uma tabela semelhante a
1 garrafa441x4=4
2 garrafas84 + 42x4=8
3 garrafas124 + 4 + 43x4=12
4 garrafas164 + 4 + 4 + 44x4=16
5 garrafas204 + 4 + 4 + 4 + 45x4=4
6 garrafas244 + 4 + 4 + 4 + 4 + 46x4=8
7 garrafas284 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 47x4=12
8 garrafas324 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 48x4=16
9 garrafas364 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 49x4=4
10 garrafas404 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 4 + 410x4=8
 Em outras aulas as garrafas podem receber outra numeração e assim serem introduzidas as demais tabuadas enquanto a noção de multiplicação fica relacionada à adição de parcelas iguais.
Que tal experimentar essa estratégia de trabalho lúdica e desafiante com seus alunos?
Dicas para iniciar a
brincadeira pela primeira vez:
Faça uma roda com os alunos e pergunte a eles:
  • Quem conhece o jogo de boliche?
  • Como se joga boliche?
  • Como podemos organizar essa brincadeira?
  • Como se decide quem joga primeiro?
Após levantar o que os alunos sabem sobre esse jogo, o professor pode deixar que os alunos organizem o espaço, decidam como arrumar as garrafas e como garantir que todos lancem a bola da mesma distância até as garrafas. Cada impasse deve ser devolvido aos alunos na forma de problematização para que eles assumam a responsabilidade pelas possíveis soluções.

É importante que os alunos tenham várias oportunidades para jogar de modo a vencer as dificuldades encontradas e para que possam refletir sobre as quantidades e registros feitos.
 Para saber mais:Brincar: crescer e aprender
Adriana Friedmann,
editora Moderna, 1996
Brincadeiras infantis nas aulas de matemática
Kátia Stocco Smole, Maria Ignez Diniz e Patrícia Cândido,
editora Artmed, 2001

PARA O SEGUNDO ANO DICAS DE JOGOS

Jogos

 STOP
Organizado por:Kátia Cristina Stocco Smole
Idade recomendada:Indicado para alunos a partir da 2ª série
Objetivos:Este jogo destina-se a auxiliar a memorização da tabuada.
  Organização da classe:grupos de, no máximo, quatro alunos.
Material:um quadro com todas as tabuadas afixado na parede; lápis.
Regras:
  1. Cada aluno desenha em seu caderno um tabuleiro (veja modelo abaixo). O grupo decide quem inicia o jogo.
    Número
    Falado
    XXXXTotal de
    Acertos
          
          
          
          
          
  2. Professor preenche a primeira linha do tabuleiro com os multiplicadores que desejar.
  3. Jogador iniciante diz, um número de 1 a 10 que é colocado na primeira linha da coluna "número falado".
  4. Os outros jogadores então tentam completar a Segunda linha da tabela o mais rápido possível, podendo, se preciso, consultar o grande quadro fixado na parede.
  5. Quem for o primeiro a colocar todos os produtos diz STOP! (que como você sabe, quer dizer "Pare!", em inglês)
  6. Cada jogador confere seus produtos com os outros e marca o número de acertos na coluna correspondente.
  7. Um outro jogador repete o mesmo procedimento. O jogo acaba quando todos os jogadores tiverem dito dois números cada um.
  8. Vencedor é aquele com o maior número de acertos (soma de todas as rodadas).

DICAS DE JOGOS MATEMÁTICOS

Sala de Aula

Memorizar sim, mas como?
Organizado por:Kátia Stocco Smole - Coordenadora do Mathema
Idade Recomendada :A partir da segunda série do ensino fundamental Leia mais sobre o assunto na seção Reflexões.
Objetivos:
  • Desenvolver o cálculo mental
  • Busca de padõres e expressão das regularidades percebidas
  • Favorecer a memorização dos fatos básicos da multiplicação
  • Resolução de problemas
Duração aproximada:A duração para essas propostas dependerá de cada classe, no entanto sugerimos seguir as orientações que damos para os jogos, ou seja, de 4 a 5 aulas para cada atividade, distribuídas ao longo de 1 mês em uma aula por semana.
Por queSempre recebemos um bom número de consultas a respeito de atividades para auxiliar os alunos a memorizarem as tabuadas. Em cada consulta procuramos responder esclarecendo que em primeiro lugar é preciso que os alunos saibam o significado de multiplicar, tenham clareza das idéias envolvidas na multiplicação e que sempre, em qualquer fase da escolaridade possam resolver diversas situações problemas nas quais as multiplicações aparecem.
No entanto, também dizemos que alguma memorização é necessária para auxiliar no desenvolvimento de processos mais sofisticados de cálculo, especialmente de cálculo mental. Com o intuito de auxiliar as professoras de 2ª a 4ª série nessa questão, organizamos uma série de atividades nesse sentido.
Para começar
 1- É preciso ensinar a estudar a tabuada. Assim converse com seus alunos sobre como eles estudam, quais as estratégias que utilizam e faça com eles uma lista que deve ficar na sala e outra no caderno de cada um.
Listas coletivas sobre como estudar as tabuadas feitas por alunos de 2ª série Colégio Marista Santa Maria em Curitiba:
SUGESTÕES PARA ESTUDAR TABUADAS (2ª série)
Nós discutimos e decidimos experimentar estudar tabuada de um desses jeitos:
  • Pedir para a mãe tomar a tabuada
  • Fazer uma lista e colocar num lugar que a gente veja sempre: espelho, porta do armário, na escrivaninha, etc.
  • Fazer jogos em casa (pode ser um da escola ou do computador)
  • Escrever a tabuada algumas vezes
  • Estudar com a calculadora
  • Estudar com a irmã ou o irmão
  • Ler as tabuadas algumas vezes
Lista final, coletiva, com estratégias selecionadas pela classe toda e que serviu de base para eles estudarem o ano todo. Cada criança escolheu uma estratégia por mês para estudar as tabuadas, ao final do mês avaliava se era boa, se ela se adaptava àquela forma ou não, etc. Desse modo ao final do ano todos tinham suas estratégias preferidas para estudar.
2- Caso eles não conheçam nenhuma estratégia, sugira uma ou duas ou peça que conversem com os pais sobre como eles estudavam. Os alunos podem se preparar para os jogos experimentando uma das formas, analisando suas vantagens e desvantagens e criando estratégias pessoais para isso.
Texto da aluna Cristiane da 4ª série do colégio Marista Ir. Francisco Rivat, de Brasília refletindo sobre seu desempenho e dos amigos no jogo Salute Multiplicativo.

  • O jogo foi legal e todo mundo participou, só teve a Danielle que não quis ser a juíza. Eu acho que a gente deve estudar mais um pouco, e Everaldo precisa parar de conversar é só isso que eu observei. O jogo é jogado assim: fica o juiz e dois jogadores, os dois jogadores têm que saber a multiplicação do resultado que o juiz falou, quem ganhou foi Everaldo e em segundo lugar fui eu.
    25/09
  • Dessa vez eu fui melhor, eu ganhei duas vezes e a Indiara também ganhou duas vezes, mas o Anderson não ganhou nenhuma vez. As vezes eu não aceitava perder, quando a Indiara foi a Juíza, ela estava falando os resultados errados... 10/10


3- Lembre que a freqüência é melhor que a quantidade. Assim eles não devem fazer as tabuadas muitas vezes em um dado período do ano e depois interromper. O ideal é que tenham propostas desafiadoras toda semana, desde a segunda série para que vejam necessidade de conhecer os resultados das multiplicações até 10 x 10.
4- Seus alunos iniciam a memorização das tabuadas na 2ª série e têm até o final da 4ª série para finalizar esse processo.
5- Jogos, problemas e atividades que envolvem regularidades são as melhores e mais desafiadoras formas de levá-los a perceber como e porque memorizar as tabuadas.
Para a segunda série:Você pode utilizar o jogo do Stop ou o Boliche. Pode ainda confeccionar com eles a Tábua de Pitágoras.
Para a terceira série:Podemos propor a atividade Eu tenho, quem tem?
Para a quarta sérieProponha o jogo Salute que está na seção de Jogos 1ª a 5ª séries, fazendo a variação para multiplicação. Desenvolva com eles o problema Descobrindo números ocultos.
Para saber mais:E por falar em tabuada...
João Bianco e Mônica Marsole, ed Caramelo.
Multiplicação - problemas, jogos e enigmas.
David L. Stienecker, ed Moderna.
Multiplicação - Coleção Matemática Divertida,
Peter Patilla, ed Melhoramentos.
http://www.novaescola.com.br/
Na página principal usar a busca com a palavra Tabuada.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

DRAMATIZAÇÃO PARA A PRIMAVERA

Texto de Teatro - A Plantinhade

Emílio Carlos

(Cenário: um canto de parede. Sugestão: coloca-se TNT em 2 retângulos grandes de madeira ou cano de PVC. Sugestão 2: coloca-se lençóis ou tecidos pendurados em varais formando um canto. Sugestão 3: usa-se o próprio canto de onde será feita a apresentação.)
(A atriz – o ator que fará a plantinha começa dentro de um vaso, com parte do corpo para fora. O vaso pode ser feito de cartolina, papel cartão, etc. Conforme a narração vai acontecendo a plantinha vai crescendo até o momento em que começa a murchar. A atriz/ator interage com o texto. Quando se diz que a plantinha viu que o vasinho era muito pequeno a atriz/ator olha em volta de si própria percebendo o vaso, etc...)
NARRADOR - Era uma vez uma plantinha que nasceu num vasinho que ficava em cima de uma mesa.Ali a plantinha vivia. Suas raízes foram crescendo, crescendo, e a plantinha também foi crescendo.A plantinha achava que o vasinho era tudo que existia, que não havia nada mais além do vasinho. Seu mundo era aquele vasinho. E a plantinha foi absorvendo o mundo.Suas raízes foram crescendo, crescendo, até que tomaram conta de todo o vaso. Daí a plantinha foi percebendo que o vasinho era muito pequeno pra ela, que não havia mais espaço ali.A plantinha estava sufocando no vasinho e começou a morrer. A cada dia que passava murchava e murchava, cada vez mais.
(Nesse ponto uma pessoa vestida de jardineiro pega o vasinho e a leva para o jardim. Convém ser uma criança maior ou um adulto.)
NARRADOR - Foi quando uma mão pegou o vasinho. A plantinha ficou surpresa, mas estava tão doente que nem conseguiu dizer nada.A mão levou o vasinho para fora da casa e tirou a plantinha do vasinho. A plantinha achou que ia ser jogada fora no lixo, que sua vida tinha terminado.
(O jardineiro vai até um jardim cheio de outras plantinhas. TNT azul ao fundo para o céu + cenário de jardim à vontade. A terra pode ser feita com TNT marrom com buracos para que cada criança vestida de plantinha/flor esteja. O jardineiro simula plantar a plantinha no meio delas. As outras plantinhas olham para ela felizes. O jardineiro simula aguar com um regador – sem água – as plantas.)(Nota: o sol pode ser feito de cartolina ou papel cartão, colocado em um bastão – cabo de vassoura – e um adulto o levanta. Da mesma forma pode-se fazer um pássaro passar pelo cenário.)
NARRADOR - Sabem o que a mão fez? Fez um buraco na terra do jardim e plantou a plantinha. Depois lhe deu bastante água.A plantinha, antes sufocada no vaso, agora podia respirar feliz. Suas raízes puderam crescer ainda mais na terra do jardim, e a plantinha cresceu mais ainda. Conheceu o sol, a chuva, os pássaros e outras plantinhas que ali viviam.E passou a ser muito, muito feliz!Nós somos como essa plantinha. Ficamos no vasinho do mundo, e nos perdemos nele, até consumir nosso mundo e nos consumirmos.Deixe a mão de Deus te levar para o Seu jardim! Só no jardim do amor de Deus você poderá florescer plenamente, existir em sua plenitude vivendo com o Senhor!

Emílio Carlos(todos os direitos reservados)
mailto:emiliodicarlos@yahoo.com.br